Area 51
Como ultimamente estão na mídia os casos de OVNIS no Brasil e parece que dessa vez não temos escapatória, então resolvi postar um artigo que eu achei muito interessante sobre a famigerada Area 51. Se vocês quiserem posso começar a postar bons artigos ufológicos no High5.

Em fevereiro de 1951, a Comissão de Energia Atômica detonou uma bomba atômica a cinqüenta quilômetros ao sul do lago Groom (Groom Lake). O lago Groom estava numa área de 500 quilômetros quadrados que constitui, como um todo, na área de testes militares de Nevada.
Ao ser criada, a área de testes era dividida em setores. Não há lógica nos números que designam as várias áreas. Mas a Área 51 foi o nome dado à região mais a noroeste que inclui o lago seco Groom (espaço aéreo R-4808 N). Há, por exemplo, Área 8, Área 19, Área 2, Área 12 – sem quaisquer lógicas aparentes nos números que as designam. E nos anos 50, a Área 51 era um trecho deserto da área de testes.
Kelly Johnson é um dos melhores engenheiros aeronáuticos da história dos Estados Unidos. Ele comandava um departamento secreto chamado de “Skunk Works” na empresa da Lockheed – o maior fabricante de aviões para a Força Aérea Americana. Johnson e sua equipe tinham fama de construir aviões novos de forma rápida, barata e discreta. Por esse motivo, o governo norte-americano recorreu a ele, em meados de 1954. Em plena Guerra Fria, os EUA precisavam de uma arma secreta de espionagem eficaz.
A CIA fez um apelo dramático para Kelly Johnson: queriam um avião para sobrevoar a União Soviética, pois era crucial descobrir o que os soviéticos tinham de bombardeiros, mísseis e armas nucleares. Vale ressaltar que estamos falando de uma época em que não existiam satélites espiões.
A resposta de Johnson e sua equipe foi o jato U2 – um avião de grande autonomia e capaz de voar até a 21.000 quilômetros de altitude e, conseqüentemente, fora do alcance do radar. O trabalho começou no segundo semestre de 1954 e, oito meses depois, o novo avião estava pronto para os testes.
Até aquele momento, todos os testes com aviões eram realizados na base de Edwards. No entanto, como o U2 era um projeto altamente secreto para invadir o espaço aéreo soviético, resolveram que seria necessário encontrar um lugar mais oculto e remoto. E eis que decidiram pelo lago seco Groom, em Nevada – o local onde era despejado lixo tóxico há pelo menos quatro anos e também, conforme já foi mencionado, foi palco de uma detonação de um dispositivo nuclear, em 1951. Era um local vazio, cercado de montanhas e, como foi usado para testes nucleares, ninguém se aventurava ir para lá.
O governo americano construiu rapidamente aquelas instalações que hoje conhecemos como a famosa Área 51 – no leito do lago seco Groom. Em julho de 1955, o primeiro protótipo do U2 é levado para lá. Três semanas depois, o primeiro escândalo público: um homem que se dizia trabalhar numa tal de Área 51 afirmou, num jornal de Las Vegas, que lá era uma base secreta, no meio do deserto de Nevada, e que tinha um ambiente muito opressor e psicologicamente insuportável. E pela primeira vez há a negativa oficial: o Pentágono respondeu no mesmo jornal, por nota oficial, que não existe a Área 51 e, conseqüentemente, todas as denúncias eram inválidas.
Em agosto de 1955, duas semanas depois do primeiro vôo de missão do U2, o presidente Dwinght D. Eisenhower assinou um decreto executivo proibindo quaisquer vôos no espaço aéreo R-4808 N – justamente sobre o lago Groom. Um outro decreto de 1958 tornava oficialmente não existente uma área de 154 quilômetros quadrados em volta do lago Groom. Apesar de toda essa segurança, os soviéticos descobriram o programa envolvendo o U2. Em 01 de maio de 1960, o U2 pilotado por Francis Gary foi derrubado no território soviético.
Mas logo o U2 iria se tornar obsoleto. A CIA tinha projetado um outro avião substituto que voava mais alto e era mais rápido – a ponto de ser quase impossível detectá-lo no radar.
Em 15 de janeiro de 1962, a USAF solicitou que o espaço aéreo restrito sobre o lago Groom fosse quadruplicado. E três meses depois, o avião A12 fez seu primeiro teste de vôo. Mas o A12 não ficou em segredo por muito tempo… No ano eleitoral de 1964, o presidente Johnson, querendo mostrar ao povo americano que era um governante transparente e que não manteria segredos, contou sobre a existência dos A12. No entanto, convocou a imprensa para vê-los num hangar da base de Edwards, ao invés da Área 51.
Mas um substituto já estava a caminho: SR-71. E quando os SRs começaram a voar, a Área 51 foi bastante ampliada com novos hangares e tanques de combustível. E a segurança foi aumentando… nenhum mapa oficial constava as instalações do lago Groom e, muito menos, havia algum banco de dados disponível.
Em 1967, a ordem interna de todos os escritórios de inteligência era de negação total sobre a Área 51. E foi justamente nesse ano que os americanos capturaram o primeiro MIG-17 soviético intacto, o qual foi direto para a Área 51. Os anos seguintes, mais MIGs e outros aviões capturados foram levados também para a base do lago Groom.
Já em 1968, o sigilo absoluto sobre a Área 51 se concretizou com a criação dos “Black Projects”. Isso significa que a União não tinha mais que expor dados e detalhes aos congressistas sobre parte do orçamento militar anual destinada aos “Black Projects”, por ser uma necessidade de sigilo absoluto para a segurança nacional. Se bem que já escondiam muita coisa dos congressistas mesmo, mas agora os militares estavam amparados legalmente para obter recursos financeiros sem darem maiores explicações sobre os projetos a que se destinam e, principalmente, sem necessitarem realizar desvios “por baixo dos panos” de recursos nos balancetes como faziam antes…
Em suma, o que sustenta a Área 51 é uma bolsa de impostos sem quaisquer controles administrativos e burocráticos conhecido como “orçamento negro”. O valor chega a ser de 30 bilhões de dólares. Outro detalhe muito importante para a ufologia é que se especula que apenas 1/3 do orçamento negro vai para os projetos e os 2/3 restantes, por sua vez, são destinados em serviços de manutenção do sigilo absoluto. Ou seja: proteger a verdade, plantar desinformação para curiosos e espiões de outros países, criar sistemas de segurança no perímetro externo, transporte de material para a instalação que fica no meio do “nada” no deserto de Nevada, etc…
Com tudo isso, ficou quase impossível descobrir o que realmente estava acontecendo lá a partir de 1968. Pelo tamanho dos recursos que a Área 51 consome anualmente, no lançamento da conta “Black Projects” do balanço do governo americano, muitos projetos de tecnologia bélica podem estar sendo desenvolvidos simultaneamente. O que se sabe com certeza é que, no final da década de 70 e início dos anos 80, foi testado uma nova tecnologia chamada Stealth (invisibilidade ao radar). E isso, certamente, é só um pequeno exemplo do que acontece lá.
Em 1989, um metalúrgico da Área 51 chamado Robert Frost padecia de uma estranha doença. Sua pele se soltava e ele precisava se limpar com uma toalha molhada a cada hora – parecia escamas de peixe. Segundo sua viúva, ele sentia o rosto queimar, os olhos ardiam e ele corria pela casa até o banheiro, onde jogava água no rosto e dizia não agüentar mais tanta dor.
E muitos funcionários da Área 51 desenvolveram uma pele escamosa no corpo todo, com fissuras e sangramentos. Robert Frost era o pior. Quando ele morreu, todos da base ficaram apavorados. Muitos deles recorreram a médicos particulares que informaram que eles estavam intoxicados e, ainda, o tratamento só era possível se o agente venenoso fosse identificado. Mas o governo americano se recusava a divulgar o resultado da autópsia de Robert Frost. Ou seja: o governo não podia fazer nada porque eles oficialmente sequer existiam…
Diante de tudo isso, vários funcionários doentes da Área 51 contrataram advogados para processar a USAF (Força Aérea Americana). Detalhe: nenhum deles queria dinheiro ou retratação, mas apenas saberem o que matou Frost e, principalmente, se eles foram expostos aos mesmos agentes tóxicos.
Os advogados descobriram o óbvio: a Área 51 não era apenas a base mais secreta do mundo, mas também o maior depósito de lixo tóxico dos Estados Unidos. O governo americano queimava lixo tóxico lá, em buracos do tamanho de campos de futebol, as quais se enchiam com tambores de 200 litros de lixo, envolviam em combustível para, finalmente, atear fogo com tochas.
Só que existe um motivo para ser proibido a queima de lixo tóxico: como fumaça, os agentes tóxicos penetram mais facilmente na pele e no corpo humano. E sem quaisquer cuidados, os militares chegaram a cavar valas no lado contrário ao vento – medida estúpida que fazia com que parte da fumaça se espalhasse por toda a base, invadindo hangares. Sendo a Área 51 um lugar altamente secreto, as leis ambientais não chegavam lá…
Se você está se perguntando como a situação de Robert Frost não virou um escândalo público, uma vez que o governo americano está matando sua gente com intoxicação de lixo tóxico desconhecido, a resposta pode não agrada-lo enquanto ufólogo: justamente em 1989, numa sincronicidade incrível e altamente suspeita, a imprensa estava com a atenção voltada para outro Robert, que promovia uma quase histeria pública com um outro assunto sobre a Área 51. Esse outro Robert falava de discos voadores e Ets na Área 51. Esse outro Robert ficou conhecido como Bob Lazar!
Só um detalhe: Em 1995 houve o primeiro dia de julgamento. O processo obrigou o governo dos EUA a admitir que a Área 51 existia, mas o 9º Tribunal alegou que os trabalhadores e as viúvas – sim, viúvas, pois houve um segundo óbito nesse processo – não tinham o direito de saber que substâncias tóxicas faziam parte do lixo tóxico que foram expostos. Essa decisão judicial se baseou numa resolução que, coincidentemente, o presidente Clinton havia assinado. Segundo a resolução, a base do lago Groom estava isenta das leis ambientais.
Mas e a questão UFO relacionada com a Área 51? Infelizmente, tudo indica que os UFOs foram usados como “cortina de fumaça”. É muito estranho e grotesco que os americanos deixaram todo mundo saber onde supostamente esconderiam seus maiores segredos. E o que é pior: que promove showzinhos noturnos para reforçar a idéia. Só falta colocar um outdoor com letreiros em néon sobre os picos das montanhas que cercam a Área 51: AQUI SE TESTA DISCOS VOADORES ALIENÍGENAS. NÃO PERCAM, É TODA QUARTA-FEIRA À NOITE! É sempre bom lembrar que os Estados Unidos são experts em dissimulação. Se os EUA têm UFOs e Ets, certamente não estão na Área 51, mas em algum lugar que sequer imaginamos!
As pessoas entendem como “acobertamente ufológico” as operações realizadas para esconder fatos ligados ao fenômeno UFO. No entanto, há um outro nível de acobertamento muito pouco entendido e percebido: utilizar os UFOs para esconder operações ilegais ou sigilosas. Culpe os “ets” e nenhum tribunal do mundo conseguirá intimar um extraterrestre para depor, o que faz dele um ótimo álibi para encobrir operações escusas e/ou secretas.
Escrito Por Reinaldo Stabolito
PicLens | Melhor add-on já feito para o Firefox
UtilidadesEu tenho plugin de tudo que é coisa aqui no meu Firefox, mas acredito que este seja o plugin mais incrível que eu já instalei. Se você gosta de efeitos mirabolantes de visualização de imagens e o fato de ter que ficar clicando pra mudar de página no Google Images, por exemplo, te cansa imensamente, esse plugin é uma mão na roda. Você não desejaria coisa melhor.
Antes de mais nada, dê uma olhada sobre o que eu estou falando:
Excitante não? Eu instalei aqui e minha perna até bambeou depois que eu ativei. A interatividade que ele proporciona ao abrir as imagens e a facilidade que as imagens são exibidas é fantástica. Me lembra aquela cena do filme Matrix em que surgem, do nada, várias paredes com armas.
- “NOH! Muito foda o bagulho mano, mas deve ser pesado demais, não?”
Super pesadão truta. O plugin tem mais kbytes que os mais comuns, mas mesmo assim, é surpreendentemente leve. Ele tem somente meros 1024 kbytes ou 1MB. Além de rodar em vários browsers atuais - Firefox, Internet Explorer, Safari e Flock - e de suportar os principais sites de imagens atuais, que são:
Sites de fotos
- Flickr
- Photobucket
- Picasa Web Albums
- DeviantArt
- Smugmug
Social Networking
- MySpace
- Bebo
- Hi5
- Friendster
Buscadores de imagens
- Google Images
- Yahoo Images
- Ask Images
- Live Images
- AOL Images
PicLens é http://www.piclens.com/
Links pra download da v1.6.1:
Escopetarra
InúteisO cara usou uma AK-47, a famosa arma russa, e criou a suberba Escopetarra!
Agora eu me pergunto? Se ele usou uma AK-47, e não uma escopeta, não deveria se chama AK-47tarra?


Obrigado ao liquid pela dica!
Dennis Hwang | Original Doodler do Google
GoogleIron Man’s Adventure
GeralTropa de Elite direto de Portugal
InúteisImagem 10 | Albert Monroe ou Marilyn Einstein
Imagem 10
Dica: Para ver a Marilyn Monroe, afaste um pouco do monitor e feche um pouco os olhos.
Fumo matará 1 bilhão de pessoas, diz OMS
Notícias
Essa é a estimativa da organização para o século 21 se nada for feito para conter o número de fumantes nos países pobres. No século passado, foram 100 milhões as vítimas do tabaco; consumo caiu nos países ricos, mas é crescente nos pobres e de renda média.
MARIO CESAR CARVALHO
DA REPORTAGEM LOCAL
Se nada for feito nos países pobres para diminuir o número de fumantes, o cigarro pode matar 1 bilhão de pessoas no século 21, segundo relatório divulgado ontem pela OMS (Organização Mundial da Saúde). A previsão multiplica por dez o número de mortes causadas pelo tabaco no século passado -100 milhões, mais do que a soma de todas as vítimas de guerras entre 1901 e 2000. O cigarro mata 5,4 milhões por ano no mundo (mais do que a soma das vítimas de tuberculose, malária e Aids), número que deve crescer para 8 milhões em 2030, de acordo com projeção da OMS.
O novo documento enfatiza o impacto do fumo nos países pobres, porque 80% das mortes previstas para 2030 vão ocorrer nessas nações, de acordo com a entidade. O consumo de tabaco está em queda nos países ricos, mas é crescente nos pobres e de renda média, segundo a OMS. Cigarro é a principal causa de morte evitável no mundo, de acordo com um consenso médico internacional.
Sem proteção
Apesar do cenário trágico, só 5% da população mundial é protegida por alguma das seis medidas preconizadas pela OMS, diz o relatório.
As medidas que o organismo recomenda são as seguintes: monitoramento do consumo, ambientes livres de fumo, programas públicos para parar de fumar, alertas sobre os males nos maços, banimento da publicidade e elevação de impostos. Nenhum país pobre adota todas as medidas combinadas.
O Brasil é apresentado no relatório como um exemplo positivo de controle. São citados os alertas com fotos nos maços e o financiamento público de tratamento para deixar de fumar. Ativistas contra o fumo têm, no entanto, restrições à política brasileira. “O Brasil foi pioneiro em algumas áreas, mas não segue uma medida básica de custo zero: o aumento de impostos”, diz Paula Johns, diretora da ACT (Aliança de Controle do Tabagismo), rede que congrega cerca de 350 entidades. O cigarro brasileiro é um dos mais baratos do mundo. Outra restrição feita por Johns é que o Brasil ainda não tem uma lei contra o fumo em ambientes fechados, como ocorre em cidades dos Estados Unidos, em parte da Europa e no Uruguai.
O impacto do controle
O relatório da OMS é o primeiro documento a contabilizar o impacto das medidas de controle do tabaco em vários países. O banimento da publicidade em 14 países, por exemplo, reduziu o consumo em 9% num período de dez anos, segundo o levantamento. O contra-exemplo é um grupo de 78 países, nos quais a publicidade de cigarro é livre. Neles, o consumo caiu 1%. Ainda de acordo com a pesquisa, só 5% da população mundial vive em países que banem a publicidade.
O mesmo percentual habita países que vetam o fumo em ambientes fechados, segundo a OMS, apesar de esse tipo de medida ser extremamente popular. Em Nova York, a proibição de cigarro em bares e restaurantes recebeu o apoio de quase 80% dos moradores, e na Irlanda, de 90%. Na China, com raríssimos ambientes livres de fumo, o apoio beira os 90%.
A medida mais eficaz para reduzir o consumo, apresentada pela OMS como “essencial”, é o aumento de impostos. Na África do Sul, citada como exemplo, o consumo de cigarros caiu cerca de 40% a partir dos anos 90 porque o preço do maço praticamente dobrou. A arrecadação com impostos corresponde a 5.000 vezes o gasto com programas de controle de tabaco, segundo o relatório. Nos países pobres e de renda média, onde vivem 3,8 bilhões de pessoas, o gasto com controle é de US$ 14 milhões por ano. Já os impostos alcançam R$ 66,5 bilhões. Dito de outra maneira, seria como se um país arrecadasse US$ 5.000 em impostos e gastasse só US$ 1 em controle. A maior parte dos gastos com controle está restrita aos países ricos, diz o documento. Nos países pobres e de renda média, o gasto per capita dos programas de controle é de US$ 0,001 (um décimo de centavo de dólar) e US$ 0,005 (meio centavo de dólar), respectivamente.
Publicado no jornal Folha de São Paulo no dia 08/01/2008.
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Bom, falar qualquer coisa além de “Enjoy ur Aidz” seria patético demais…
Imagem 10 | Imagem escondida em um CD original do Vista
Imagem 10Imagem 10 | Hambúrguer na lata
InúteisFaça seu pedido do suculento hambúrguer na lata!

Propaganda | Making of Android - Johnnie Walker
PropagandaUm amigo me recomendou esse making of da propaganda do Andróide da bebiba Johnnie Walker. Achei bem interessante, pois mostra as diversas etapas do desenvolvimento do comercial. Desde a criação de objetos de cena até a claridade do tom de pele.
Pelo que deu pra entender, eles usam alguém como base para a criação do andróide e fazem um modelo 3D dessa pessoa. Aí criam as animações de como o pescoço e braço se movimentarão. Daí criam o esqueleto e juntam com a pele criada pelo modelo 3D. Depois das partes juntadas, fazem os ajustes de luz, de movimentação e pequenos detalhes de coloração nas áreas de junção entre pele e esqueleto.
Para a cena que ele captura a borboleta, eles realizam diversas etapas de criação 3D e filmam o ator modelo fazendo a movimentação de esticar o braço e fechar o punho. Durante essa movimentação, diversos plugues estão espalhados sobre seu corpo para a detecção da movimentação, que, após detectada, será interpretada por um computador que trabalha na confeção de um modelo em “linhas”, bem parecido com os bonequinhos palito de desenhos de criança. Depois de corrigido os erros, eles cobrem esse modelo com a pele e acrescentam o esqueleto do andróide. Aí é só colocar os efeitos finais de luz e coloração nas junções, e vualá, uma propaganda excelente!
Dá uma olhada no vídeo e de todo o processo, e depois veja o resultado final:
Google | Experimente maconha você também
GoogleDiferente do post anterior, esse processo é mais lento e demorado, e necessita de maior aprofundamento das técnicas de uso de um browser de navegação na internet, como Internet Explorer e Firefox. Para realizá-lo e conseguir o resultado esperado, siga todos os passos a risca e não deixe de prestar atenção aos detalhes mais importantes que estão indicados com uma cruzinha vermelha (+).
Bom, vamos lá. Faça o seguinte e na seguinte ordem:
1ª Parte
- Vá a uma biblioteca mais próxima; +
- Procure o livro: Bom senso para inclusos digitais; +
- Veja bem, o livro é raro de ser encontrado, portanto não desanime se não encontrar, continue procurando; +
- Assente na poltrona mais confortável que você puder encontrar, se precisar, se dirija a uma loja especializada no assunto e use uma da vitrine emprestada. Não se esqueça de levar bolachas e um copo de coca; +
- Vá a página 87 e leia o 5º parágrafo, aquele que diz sobre não acreditar em tudo que se encontra pela internet; +
- Feche o livro e reflita;+
Repare que a primeira parte está toda c com +, ou seja, sua leitura é imprescindível. Pensamentos assimilados, vamos para a próxima parte.
2ª Parte
- Com o livro em mãos, ligue o computador; +
- Faça login, caso necessário;
- Conecte-se à internet. Caso não tenha uma conexão ativa, você é vidente e está lendo este texto por telepatia. Well done!;
- Abra seu browser preferido;
- Digite na barra de endereços: images.google.com.br;
- Aperte Enter; +
- Digita a seguinte palavra: “crack” e dê outro Enter;
- Uma nova página surgirá e nela aparecerá uma ofensa a todas as mães preocupadas com a saúde de seus pobres e indefesos filhos. Veja a imagem do site em questão, abaixo:

Estou nesse exato momento ligando para meu adevogado e abrindo um pedido de processo contra a empresa Google Brasil, por fazer clara apologia às drogas com a seguinte frase: “Experimente também: maconha”. Espero que eu não seja a única pessoa a tomar as devidas providências para levar ao fim esse gigantesco problema com as drogas que nosso país está assolado.
Já não basta não poder andar na rua sem estar usando meu colete à prova de balas, dirigir meu carro blindado, trancar-me em minha casa com paredes de titânio e cercas de alta tensão, agora também vou ter de comprar softwares caríssimos que bloqueiam o acesso a sites maliciosos… Tudo isso por causa de drogadinhos fodidos que sustem o vício comprando drogas e suportando o tráfico de drogas. O mundo está perdido!

