Ao meu redor | Era pra ser um banco de praça

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Ao meu redor

Pelo que eu saiba e pela tendência natural de todos os criadores mundiais de bancos de praça, se é que existe um, o material utilizado é pedra ou até mesmo ferro. Isso evita que vândalos tenham múltiplos orgasmos em detonar um banquinho de praça feito de madeira ou plástico. Reserve esses bancos para seu quintal ou centros de convenções, como shoppings. Ah sim, quase me esqueço. Os bancos não possuem divisórias. Eu assento aonde eu quiser no banco…


A obra prima.

Isso pra mim era normal até ontem, em que visitei a nova Praça Celestial de Juruena. A praça é equipada com bancos de plásticos, mas isso não é o pior, o assento possue divisórias. Quem em sã consciência perderia tempo em bolar um novo tipo de assento com divisórias. É o Fato Inútil da Semana. Aposto que o encarregado do projeto pretendia acabar com os dorminhocos de plantão.

Alguma explicação cabível para tal inutilidade?

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Comentários
Nossa, até agora foram 3 comentários! Comente
  1. Gravatar
    #3
    bob
    22/12/2007 . 7:31 am

    de plastico é foda pq é dois p pra queimar isso ae
    mas as divisorias geralmente sao pra impossibilitar qualquer “mendigo” de deitar ali….triste mas é assim

  2. Gravatar
    #2
    20/11/2007 . 9:06 pm

    Credo, Bruno! Isso só existe aí em Juruena…
    Banco antisocial.

  3. Gravatar
    #1
    Carolina
    19/11/2007 . 9:51 pm

    Essas idéias são típicas daquelas pessoas que querem inovar, mas não usam sua invenção. Isso quer dizer que a pessoa que iventou os assentos separados nos bancos, não deve usar um banco de praça.
    Mania de criar coisas sem antes perguntar para as pessoas que as utilizam…

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